10 de abril de 2008
..... e assim...
... nem só de chocolate se faz um doce, uma festa, uma alegria..
Tudo que nos remete à doçura, nem sempre é o AÇÚCAR.
Este também faz parte desses momentos enformigados em nossas vidas.
Mais hoje, o que me faz lembrar em momentos doces... quando chego ao hospital para buscar meu Pai na Hemo, quase sempre na compania do meu FILHO.( 6 anos)
São aqueles instantes de qualquer sentimento parecido com agonia, para saber como meu Pai vai estar depois do tratamento.
Uma espera com torcida organizada para que ele venha caminhando até o carro com um semblante feliz... ( se é que se pode ser feliz ligado a uma máquina por 4 hrs).
Se existe atraso , significa: pressão baixa, aguardar mais um pouquinho sobre os cuidados médicos...
Já, se ele vem caminhando bem... pra mim tá bem também...
Nesse meio tempo, dentro do carro, meu filho se queixa que o Avô continua fumando , reclama que o Avô não saí da cama, não joga bola na praia.
Enfim, onde está aquele AVÔ mais ativo, com saúde.
Quando o QUERIDINHO DA HEMODIALESE chega...( apelido carinhoso dado por meu filho prar meu Pai), tudo fica colorido...
O Avô feliz por ver seu neto que lhe sorri perguntando: tá passando bem hoje vô?? posso voltar na frente no seu colo até em casa Vô.?? vamos no shoping amanhã VÔ?
Vô , voçê sabia que minha Vó tá fazendo macarrão pro almoço???
E daí minhas amigas............. nem sei quantos VÔ? Né VÔ? PORQUE Vô?
E aí Vô? são ditos no percurso de 30 minutos...
Este momento , esta rotina, que passamos em família... mesmo pra quem possa ser triste, complicada, cheia de sacríficios... não leva açúcar, chocolate ou sorvete...
Mais para mim... tem sido um dos poucos momentos doces em minha vida...
Obrigada meu Deus até por esta doença que nos uni e revigora em amor e luta...
Abraços ,
Camila
Tudo que nos remete à doçura, nem sempre é o AÇÚCAR.
Este também faz parte desses momentos enformigados em nossas vidas.
Mais hoje, o que me faz lembrar em momentos doces... quando chego ao hospital para buscar meu Pai na Hemo, quase sempre na compania do meu FILHO.( 6 anos)
São aqueles instantes de qualquer sentimento parecido com agonia, para saber como meu Pai vai estar depois do tratamento.
Uma espera com torcida organizada para que ele venha caminhando até o carro com um semblante feliz... ( se é que se pode ser feliz ligado a uma máquina por 4 hrs).
Se existe atraso , significa: pressão baixa, aguardar mais um pouquinho sobre os cuidados médicos...
Já, se ele vem caminhando bem... pra mim tá bem também...
Nesse meio tempo, dentro do carro, meu filho se queixa que o Avô continua fumando , reclama que o Avô não saí da cama, não joga bola na praia.
Enfim, onde está aquele AVÔ mais ativo, com saúde.
Quando o QUERIDINHO DA HEMODIALESE chega...( apelido carinhoso dado por meu filho prar meu Pai), tudo fica colorido...
O Avô feliz por ver seu neto que lhe sorri perguntando: tá passando bem hoje vô?? posso voltar na frente no seu colo até em casa Vô.?? vamos no shoping amanhã VÔ?
Vô , voçê sabia que minha Vó tá fazendo macarrão pro almoço???
E daí minhas amigas............. nem sei quantos VÔ? Né VÔ? PORQUE Vô?
E aí Vô? são ditos no percurso de 30 minutos...
Este momento , esta rotina, que passamos em família... mesmo pra quem possa ser triste, complicada, cheia de sacríficios... não leva açúcar, chocolate ou sorvete...
Mais para mim... tem sido um dos poucos momentos doces em minha vida...
Obrigada meu Deus até por esta doença que nos uni e revigora em amor e luta...
Abraços ,
Camila
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